A Tesla está à beira de outro avanço na fabricação, e está pronta para levar a produção eficiente a um nível totalmente novo, segundo um relatório recente. Baseando-se na sua técnica inovadora de fundição, que já revolucionou a indústria automóvel, a Tesla está agora a focar-se em máquinas de giga-fundição ainda maiores, com uma força de aperto superior a 16.000 toneladas.
Durante anos, a Tesla tem utilizado a fundição para otimizar a fabricação, melhorar a engenharia e a segurança dos veículos, e mudar fundamentalmente a forma como os carros são construídos. O Model Y, em particular, marcou um marco significativo na evolução da fabricação automóvel, e as desmontagens do crossover totalmente elétrico mostraram os avanços da Tesla nas técnicas de fabricação.
No entanto, um relatório recente da Reuters revelou que a Tesla está pronta para ir ainda mais longe. Com base em informações de "cinco pessoas familiarizadas com a decisão", o relatório indica que a Tesla está a explorar ativamente a instalação de máquinas de giga-fundição massivas, o que exigiria não só novos equipamentos, mas também fábricas extensas para os acomodar.
Estas máquinas colossais seriam responsáveis por produzir uma única estrutura substancial que consolida as secções dianteira e traseira juntamente com a secção intermédia onde a bateria está alojada. Este design particular está destinado ao próximo modelo de 25.000 dólares da Tesla, previsto para chegar ao mercado a meio da década.
Numa tentativa de facilitar um processo de fabrico fluido com a flexibilidade para fazer pequenos ajustes durante a fase de design, a Tesla está a evitar técnicas convencionais. Estruturas de fundição grandes, embora eficientes, são vistas como "proibitivas" devido à sua adaptabilidade limitada. Para enfrentar este desafio, a Tesla está a pensar de forma inovadora ao colaborar com empresas capazes de produzir moldes de teste usando areia industrial e impressoras 3D.
A principal vantagem desta abordagem não é apenas a capacidade de ajustar protótipos rapidamente; trata-se também de eficiência de custos. Criar moldes com este método custa apenas 3% do que custaria com um protótipo metálico.
No entanto, há desvantagens a considerar. A areia industrial e os moldes metálicos podem não proporcionar o mesmo nível de resistência a impactos que a Tesla exige dos seus veículos, pois o comportamento das ligas de alumínio, parte integrante desta nova técnica, difere em moldes de areia e de metal. Especialistas em fundição resolveram esta questão ao aperfeiçoar o processo de arrefecimento da liga fundida e implementar tratamento térmico pós-produção.
É importante notar que a Tesla ainda não tomou uma decisão final sobre esta técnica de fabrico. O principal desafio reside na necessidade de instalações fabris mais extensas, um obstáculo que a Tesla já está a abordar com planos para uma fábrica no México e potenciais fábricas no horizonte na Índia.
À medida que a Tesla continua a ultrapassar os limites da inovação, o mundo automóvel aguarda ansiosamente o resultado deste ousado experimento de fabrico. Fique atento para mais atualizações sobre a jornada da Tesla para revolucionar a indústria mais uma vez. 🚀🏭 #TeslaManufacturing #GigaCasting #InnovationInProgress #AutomotiveRevolution
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